Foto: Divulgação

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Neste sábado, dia 02, o desaparecimento do menino João Rafael Kovalski, de 2 anos, completa 70 dias. Durante esse período, a polícia realizou buscas em um rio próximo da casa do menino, onde ele foi visto pela última vez, e ainda é trabalhada a hipótese de rapto.

Muitas pessoas se comoveram com o caso e um abaixo assinado pede na internet que a Polícia Federal ajude na investigação. Em pouco mais de 15 dias, 13.586 assinaturas foram recolhidas.

Ana Maria Bernardeli, a autora do documento, afirma que não tem qualquer ligação com a família. “Não sou parente, sou apenas uma mãe que sente a dor dessa mãe. Pretendo recolher 100 mil assinaturas. Com fé! Mas em torno de 50 mil já é um número expressivo”, conta. Para fazer parte da campanha clique aqui.

Nesta semana o caso também chegou aos parlamentares. O deputado estadual Ney Leprevost enviou oficio à Superintendencia da Polícia Federal do Paraná, solicitando auxilio na investigação do sumiço do menino.

Segundo Leprevost, “nosso gabinete tem sido acionado por familiares e amigos de João Rafael e por moradores de Adrianópolis e de outros municípios, comovidos com a angustia vivida pela família causada pela falta de solução para este caso”.

Leprevost argumenta que como o menor pode ter sido levado para outro Estado ou até para outro país, “seria muito importante a entrada da Policia Federal e até da Interpol, embora a policia do Paraná esteja se empenhando na solução do caso”.

O caso
João Rafael Kovalski desapareceu do quintal da sua casa, em Adrianópolis, região metropolitana de Curitiba, no dia 24 de agosto. A polícia trabalha com duas hipóteses para o caso: rapto e morte acidenteal devido à queda em um rio que fica próximo à casa de sua família.

O Corpo de Bombeiros encerrou as buscas pelo corpo do menino no rio. A família acredita que hipótese de rapto é a mais plausível. Até o momento, a única pista encontrada foi um boné do menino, que estava a cerca de 400 metros da casa onde ele morava. O Sicride (Serviço de Investigação de Crianças Desaparecidas) realiza as investigações. Quem tiver alguma informação pode entrar em contato pelo telefone (41) 3224-6822

Fonte: Bem Paraná