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Caso Tayná: MP diz que novas provas chegaram e não descarta oferecer denúncia em 15 dias

O Ministério Público do Paraná (MPPR) pode oferecer em 15 dias denúncia contra os suspeitos de terem matado a adolescente Tayná Adriane da Silva, de 14 anos, crime que aconteceu no final de junho deste ano, no bairro São Dimas, em Colombo, na região metropolitana de Curitiba.

Em entrevista à Banda B nesta quinta-feira (15), o promotor do MPPR, Paulo Markovitz de Lima, destacou que novas provas chegaram ao inquérito feito pelo delegado Guilherme Rangel, que assumiu o caso depois das supostas torturas de policiais contra os quatro primeiros suspeitos presos.

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Mulher perde R$ 2,5 mil em golpe do SMS premiado: “Só a emoção foi verdadeira”

Contas para pagar, salário atrasado e de repente você recebe a informação, por meio de um SMS em seu celular, de que ganhou R$ 60 mil em uma promoção. No desespero e sem buscar as devidas orientações, uma ouvinte da Rádio Banda B moradora em Almirante Tamandaré, na região metropolitana de Curitiba, viveu a emoção de achar que havia mudado de vida.

“A emoção foi muito verdadeira, minha mão começou a suar e já pensei em guardar dinheiro. O prêmio é que era uma mentira. Depositei R$ 2,5 mil em uma conta achando que ganharia na promoção e na verdade só tive prejuízo”, afirmou ela em entrevista à Banda B na manhã desta segunda-feira.

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Ducci entrega declarações de IR ao Ministério Público para desmentir revista Veja

O prefeito de Curitiba, Luciano Ducci, entregou ao Ministério Público do Paraná, na manhã desta segunda-feira (18), cópias de declarações de imposto de renda dele e dos familiares e cópias de contratos sociais de empresas a ele vinculadas. Os documentos foram entregues ao procurador-geral de Justiça, Gilberto Giacoia, e ao coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção ao Patrimônio Público, procurador de Justiça Arion Rolim Pereira.

O prefeito procurou o MP-PR após divulgação pela revista Veja de matéria com denúncia de suposto enriquecimento ilícito. Frente à matéria e com a entrega dos documentos por Ducci, o Ministério Público informou que irá confrontar os fatos da reportagem com os documentos, em procedimento investigatório preliminar que será aberto para verificar a notícia.

“Trouxe a minha declaração, a da minha, esposa, filhos e da empresa agropecuária Roda viva, para mostrar claramente que o dossiê que saiu na Veja é falso, mentiroso, calunioso que denigre a imagem da família e quando ataca a familia é muito baixo (…) Os bens são do meu sogro, tem propriedade de 1966 quando eu tinha 11 anos. É o início da campanha eleitoral de uma forma que não imaginávamos que ia acontecer”, afirmou Ducci.

O coordenador do Centro de Apoio e Proteção ao Patrimônio Público, Arion Rolin Pereira, informou que o Ministério Público não estava investigando o prefeito. “Não havia investigação do MP sobre Ducci. A Revista Veja não procurou o Ministério Público. Agora, a apuração dos fatos deve levar 30 dias. Acreditamos ser positiva a atitude de Ducci em trazer os documentos”, afirmou.

Em nota oficial, o prefeito disse que a matéria de Veja é mentirosa. A reportagem coloca em cheque a relação de Ducci com o suposto capataz de das fazendas da família do prefeito, Cícero Paulinho. O funcionário teria recebido R$ 6 mil da Prefeitura de Curitiba.

Ducci responde dizendo que o Paulinho foi funcionário comissionado em seu gabinete, quando ele ainda era vice-prefeito da capital. A matéria diz, ainda, que o Ministério Público do Paraná (MP -PR) estaria próximo de iniciar uma investigação para averiguar a evolução nos patrimônios de Ducci, o que não foi confirmado pelo MP-PR.

Em nota oficial, o prefeito disse que todos os bens declarados são registrados, bem como a origem dos seus recursos. Como esclarecimento, Ducci ressalta que são cinco, não duas como cita a Veja, as fazendas que pertencem à família. Elas estão situadas no Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná e teriam sido recebidas pela mulher e pelos filhos por meio de herança. O prefeito também desmente a revista, que destaca a cobertura no Batel onde Ducci viveria. “O prefeito e sua família vivem, desde 2007, no 5º andar do edifício Le Mirage e não na cobertura”, destaca a nota.

Fonte: Band B / foto: site oficial do Luciano Ducci

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Vizinhos denunciam abandono de 52 cachorros em chácara na RMC

Vizinhos de uma propriedade em Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, denunciam o abandono de cachorros numa chácara no bairro Araçatuba. Segundo eles, há cerca de quatros anos 100 animais vinham sendo mantidos sem os devido cuidados. Alguns deles morreram e nos últimos três meses, devido à ajuda voluntária dos vizinhos, 52 lutam para sobreviver.

Uma das denunciantes, Sayuri Kuramoto, relatou que a dona da chácara, que seria uma aposentada do Ministério do Trabalho, abdicou de cuidar dos animais. “Ela abandonou e os cachorros estão morrendo aos poucos. Nos últimos três meses estamos recebendo doações e os alimentando, mas o ideal seria procurar donos e tirá-los daqui. São cães de raça e a maioria está em situação degradante”, disse.

De acordo com Sayuri, os vizinhos já procuraram a Delegacia do Meio Ambiente. “Realizamos Boletins de Ocorrência e também entramos em contato com a Sociedade Protetora dos Animais. A dona diz não ter dinheiro, mas não pode deixar os animais assim, daqui a pouco um cão vai comer o outro”, explicou.

Alguns dos animais foram doados e outros encaminhados para uma clínica veterinária de recuperação. A Delegacia do Meio Ambiente recebeu denuncia por parte da Sociedade Protetora dos Animais e investiga o caso. Enquanto isso, Sayuri pede doações de rações e cobertores devido ao frio dos últimos dias. Quem quiser ajudar pode entrar em contato pelo telefone da Banda B: 3240 7500.

Fonte e foto: Band B Curitiba 

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Derosso: “Quem fez o PSDB de Curitiba fui eu”

O vereador João Cláudio Derosso (PSDB) negou a intenção de deixar o partido antes da reunião que vai avaliar o pedido de expulsão dele, na noite desta segunda-feira (07). Derosso diz que o advogado vai comparecer ao encontro para tomar conhecimento dos motivos que serão alegados para o processo de desfiliação e avisou que pretende contestá-los. O pedido de saída do partido, protocolado pelo deputado federal Fernando Francischini, deve ser analisado pelo conselho de ética do PSDB municipal.

“Dia 15 agora vai completar 10 meses do aparecimento das denúncias. O ‘bebê’ já teria um mês, e por enquanto nada foi comprovado. Eu não tenho bola de cristal sobre o que vai acontecer, mas nada impede uma decisão acordada fora do estatuto do partido. E eu tenho direito de recorrer até ao TRE (Tribunal Regional Eleitoral) e é o que pretendo fazer dependendo do resultado”, disse em entrevista ao Portal Vanguarda Política.

Desde o surgimento das denúncias envolvendo o nome de Derosso, são os tucanos não ligados à política local curitibana que pedem a saída dele do partido. Além de Francischini, o presidente em exercício do diretório estadual, deputado Valdir Rossoni, presidente da Assembleia Legislativa, também defende a expulsão do vereador. Ele encara a situação naturalmente. “Os membros do PSDB curitibano são mais pé no chão”. Ele nega que possa haver medo dos companheiros de partido de que Derosso denuncie envolvimento de outros partidários em irregularidades. “Não tem nada disso”.

Derosso, no entanto, revela mágoa com aqueles querem vê-lo fora do PSDB. “Quem fez o PSDB em Curitiba fui eu. Entrei para o partido em 2002 e fiz uma limpeza nos quadros, preparando o terreno para a entrada do Beto (Richa) que era um nome forte para disputar a prefeitura. Naquela época, tínhamos quatro vereadores. Comigo na presidência do diretório municipal, fizemos 13 cadeiras na Câmara de Vereadores em 2008″.

Eleição 2012
Questionado sobre a tentativa de associar o nome dele ao do pré-candidato à reeleição, prefeito Luciano Ducci (PSB), – como adesivos com os dizeres “Juntos: Ducci & Derosso”, o vereador diz que é natural, porque o nome dele é um dos mais fortes do PSDB. Mas argumenta que nunca teve intenção de ser candidato a vice na chapa e que sempre defendeu o nome de Gustavo Fruet (atual PDT) para a posição.

Sobre a própria reeleição, Derosso diz que se for expulso do partido, não terá como disputar o pleito. “Por enquanto não há brecha na lei e nem jurisprudência que assegure uma disputa nessa situação. Mas como pretendo ir para a Justiça, posso criar a jurisprudência. Vamos pro pau”. Em entrevista às rádios e TVs que acompanhavam a sessão, ele disse que o melhor politicamente é que ele dispute a eleição e ainda soltou: “vou ser o vereador mais votado de Curitiba”.

Outros vereadores suspeitos
Sobre as denúncias de envolvimento de outros vereadores no suposto esquema de desvio de recursos da Câmara por meio das verbas de publicidade, Derosso acredita que não há irregularidade. “Eles são profissionais do rádio que precisavam comprar espaço nas emissoras para se comunicar. Sempre foi assim e não vejo nada de errado”.

Ele diz estar tranquilo em relação às denúncias. “O Tribunal de Contas aprovou todas as contas da Câmara. Eu só estou com os bens bloqueados em razão da contratação de funcionários fantasmas no gabinete do (ex) vereador Éde Abib. E isso porque eu assinei a nomeação dos funcionários. Não tinha, como presidente, como checar se havia irregularidades. Eu só conferia os documentos e estava tudo certo”.

A entrevista de Derosso foi concedida dentro da cozinha do plenário da Câmara, apenas ao Portal Vanguarda Política e à rádio CBN. Outros profissionais da imprensa tentaram acompanhar a conversa, mas o vereador proibiu a presença dos demais jornalistas.

Beto
Pela primeira vez, o governador Beto Richa adotou um tom mais forte em relação ao caso Derosso. Ele afirmou que as denúncias constantes na imprensa “incomodam”. Mas disse que não vai estar presente na reunião que vai discutir a expulsão do vereador. “Estou licenciado da presidência”.

Fonte e foto: Vanguarda Política

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